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Declaração aponta suposta influência de Gilmar Mendes e do filho na gestão da CBF

Uma declaração que circula nas redes sociais afirma que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e seu filho, Francisco Mendes, exerceriam forte influência sobre as decisões da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). As alegações relacionam contratos firmados entre a entidade esportiva e o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), instituição de ensino fundada pelo ministro.

Segundo a declaração, o IDP firmou um contrato com a CBF para administrar a CBF Academy, ficando com 84% das receitas do projeto, que teria faturado mais de R$ 9 milhões em 2023. O texto também afirma que o então presidente da CBF, responsável pela assinatura do contrato, foi destituído sob acusações de fraude, recorreu ao STF e acabou retornando ao cargo após o processo ser distribuído ao ministro Gilmar Mendes.

A publicação ainda sustenta que, após a saída definitiva do dirigente, Samir Xaud, apontado como aluno do IDP, assumiu a presidência da CBF, apesar da resistência de parte dos principais clubes do país. Além disso, a declaração afirma que integrantes ligados ao IDP ocupam diversos setores da entidade e que Francisco Mendes exerceria influência nas decisões da confederação, embora não possua cargo oficial, mandato ou função formal na instituição.

As afirmações reproduzem alegações feitas em meio ao debate sobre a administração da CBF e a relação entre a entidade e o IDP. Os envolvidos já se manifestaram em diferentes ocasiões sobre questionamentos envolvendo a atuação institucional e eventuais conflitos de interesse.

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