Shimon Oliveira levanta críticas e questionamentos sobre possível negociação envolvendo minerais estratégicos e facções criminosas
O jornalista Shimon Oliveira publicou um comentário nas redes sociais no qual levanta questionamentos sobre uma suposta negociação envolvendo minerais estratégicos do Brasil e a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas internacionais pelos Estados Unidos.
Na fala, o comunicador afirma que o governo brasileiro teria sinalizado ao ex-presidente norte-americano Donald Trump a possibilidade de abrir mão da exploração de minerais críticos, considerados estratégicos para tecnologias do futuro, em troca de uma eventual desistência da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais.
Segundo Shimon Oliveira, caso essa classificação ocorra, instituições financeiras internacionais poderiam bloquear recursos e transações ligadas às facções criminosas, o que dificultaria a movimentação de dinheiro no exterior.
“Se os americanos assinarem esse decreto, o sistema financeiro global trava essas facções, contas no exterior derretem, os bancos são obrigados a cortar relações e o crime fica asfixiado”, afirmou.
Durante a declaração, o jornalista também sugeriu que haveria movimentações diplomáticas envolvendo países da América Latina para tentar evitar esse tipo de sanção internacional.
“A pergunta que assusta é a seguinte: por que o Estado brasileiro negociaria a nossa soberania e as nossas terras raras apenas para salvar o cofre de traficantes lá fora?”, questionou.
Ao final da fala, Shimon Oliveira fez críticas ao que chamou de proximidade entre o Estado e o crime organizado, defendendo maior atenção da sociedade ao tema.

