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Publicações levantam questionamentos sobre nomeação de Jorge Messias para carreira da AGU

Reportagens divulgadas por veículos e blogs políticos voltaram a levantar questionamentos sobre a nomeação de Jorge Messias para a carreira de procurador da Fazenda Nacional em 2007. As publicações citam documentos relacionados ao concurso realizado em 2005 e afirmam que o atual chefe da Advocacia-Geral da União teria ficado fora do número inicial de vagas previstas no certame.

Segundo os textos publicados, o concurso previa inicialmente 27 vagas, enquanto Jorge Messias teria alcançado a 86ª colocação na classificação divulgada à época. Ainda de acordo com as reportagens, uma portaria assinada em 2007 autorizou novas nomeações envolvendo candidatos reclassificados no certame.

Os casos ganharam repercussão após aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva defenderem o nome de Jorge Messias para futuras vagas no Supremo Tribunal Federal. Em 2022, Lula chegou a afirmar que indicar amigos pessoais para a Suprema Corte seria um “retrocesso”, declaração que voltou a circular nas redes sociais após a especulação em torno do atual AGU.

As publicações também mencionam posicionamentos jurídicos assinados por Messias enquanto ocupava cargos públicos, incluindo pareceres relacionados ao debate sobre aborto por assistolia fetal acima de 22 semanas.

Até o momento, não há decisão judicial apontando irregularidade na nomeação de Jorge Messias, que oficialmente integra a carreira da Procuradoria da Fazenda Nacional desde 2007, conforme informações da própria AGU.

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