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Patrulha Maria da Penha acompanha mulheres com medidas protetivas no Piauí; veja como pedir ajuda

A Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar do Piauí (PM-PI), acompanha mulheres que possuem Medidas Protetivas de Urgência para prevenir novos episódios de violência doméstica e familiar. O trabalho inclui visitas periódicas, orientações e fiscalização do cumprimento das determinações judiciais.

O serviço está presente em todas as regiões do estado e busca ampliar a proteção às vítimas, identificar situações de risco e facilitar o acesso à rede de apoio. Em 2025, foram acompanhadas 2.363 mulheres e realizadas 9.075 visitas de fiscalização.

Como funciona a Patrulha Maria da Penha

As equipes especializadas realizam visitas às mulheres acompanhadas para verificar se as medidas protetivas estão sendo respeitadas e identificar possíveis necessidades de atendimento.

O trabalho inclui acolhimento, orientações e encaminhamentos para serviços de assistência social, saúde e Justiça. Dependendo da situação, também podem ser adotadas medidas preventivas e realizadas operações policiais.

Em casos de descumprimento de medidas protetivas ou de novas ameaças, as equipes podem tomar as providências necessárias para reforçar a segurança da vítima.

Desde 2023, o serviço está presente nos batalhões do interior do Piauí, ampliando o acesso ao acompanhamento especializado.

Como buscar ajuda no Piauí

Mulheres que possuem medidas protetivas podem procurar uma unidade policial para obter informações sobre o acompanhamento da Patrulha Maria da Penha. Também é possível buscar ajuda pelos seguintes canais:

  • Emergências: 190, da Polícia Militar.
  • Central de Atendimento à Mulher: 180, ligação gratuita disponível 24 horas.
  • WhatsApp da Central da Mulher: (61) 9610-0180.
  • Aplicativo Salve Maria: canal para atendimento de situações de violência contra a mulher.
  • Canal “Ei, mermã, não se cale!”: WhatsApp 0800 000 1673.
  • Patrulha Maria da Penha — denúncias: (86) 99407-4875.
  • Patrulha Maria da Penha — fiscalização: (86) 99407-1089.

Em situações de perigo imediato, a orientação é ligar para o 190.

Mulheres que ainda não são acompanhadas pela Patrulha também podem procurar os serviços especializados para receber orientações sobre seus direitos, solicitar medidas protetivas e conhecer as opções de assistência disponíveis.

A rede de proteção oferece acolhimento e orientação para ajudar as vítimas a interromper situações de violência e buscar segurança.

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