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Publicações atribuídas a deputada eleita do PT repercutem nas redes; Ana Elisa nega autoria e cita fake news

Publicações antigas atribuídas à deputada federal eleita Ana Elisa Santos Silva (PT-MG) provocaram repercussão nas redes sociais nesta quinta-feira (8), após serem compartilhadas por políticos da oposição. A parlamentar nega ser autora das mensagens e afirma que pretende levar o caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os conteúdos divulgados estão frases com críticas a pessoas brancas, empreendedores e evangélicos. Também aparecem mensagens atribuídas à petista com defesa do fechamento de igrejas pelo governo, manifestações sobre o aborto e questionamentos sobre a presença de padres nas redes sociais.

Uma das publicações questiona a atuação do Vaticano nas plataformas digitais. Outra, supostamente publicada em 2022, pede que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determine o fechamento de igrejas evangélicas.

Grok é citado em debate sobre autenticidade das mensagens

A autenticidade das publicações passou a ser discutida após a circulação dos conteúdos. O Grok, ferramenta de inteligência artificial integrada à plataforma X, foi citado nas discussões por ter indicado que as mensagens seriam autênticas, segundo relatos divulgados nas redes..

Políticos da oposição repercutem o caso

Entre os nomes que compartilharam ou comentaram o material estão o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), a deputada federal eleita Marina Helena (Novo-SP) e o senador Carlos Viana (Podemos-MG).

A repercussão ocorreu após Ana Elisa participar de ações de comunicação política em apoio ao presidente Lula, com vídeos que abordavam o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Ana Elisa afirma ter recebido ameaças

Após a divulgação das mensagens, a equipe da deputada eleita desativou o perfil dela no X. Ana Elisa afirmou que a decisão foi motivada pelo volume de ameaças recebidas. Integrantes da oposição, por outro lado, relacionaram a medida à repercussão das publicações antigas.

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