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Condenação de Tiago Pavinatto por calúnia provoca repercussão nacional

O jornalista Tiago Pavinatto foi condenado pela Justiça a 1 ano e 9 meses de prisão pelo crime de calúnia, em decisão que ganhou ampla repercussão em todo o país. A pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviços comunitários, conforme determinação judicial.

A ação foi movida em janeiro de 2025 pelo advogado e ex-secretário nacional de Justiça Augusto de Arruda Botelho, que acusou o jornalista de imputar falsamente um crime contra sua honra. O juiz responsável pelo caso entendeu que houve dolo na conduta, ou seja, intenção ao fazer a acusação.

Além da condenação, Pavinatto foi obrigado a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 20 mil — quantia inferior aos R$ 50 mil solicitados inicialmente na ação — e também uma multa de aproximadamente R$ 470.

Em nota, a defesa do jornalista criticou a decisão, classificando-a como “equivocada”. Os advogados também afirmaram que a atuação profissional das partes envolvidas “fala por si” e que decisões desse tipo não causam surpresa diante do cenário atual.

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