Lesão de Estêvão reabre disputa no ataque da Seleção a um mês da convocação final
A possível ausência de Estêvão na Copa do Mundo de 2026 mudou o cenário ofensivo da Seleção Brasileira. O atacante sofreu uma lesão de grau quatro na coxa direita e tem participação considerada improvável no torneio, o que força uma reavaliação nas opções do setor a poucas semanas da lista final.
O jogador se machucou durante partida contra o Manchester United e precisou deixar o campo ainda no primeiro tempo. Exames apontaram uma lesão mais grave do que o inicialmente previsto, o que deve encerrar sua temporada no Chelsea.
A baixa se soma à ausência de Rodrygo, já fora da disputa. Com isso, o técnico Carlo Ancelotti pode ser obrigado a reformular parte do ataque a menos de um mês da convocação, marcada para 18 de maio.
Entre os nomes considerados garantidos no setor ofensivo estão Matheus Cunha, Luiz Henrique, Raphinha, Vinicius Júnior e Gabriel Martinelli. A possível vaga aberta amplia a disputa por atletas que já vinham sendo observados pela comissão técnica.
O principal candidato a ocupar o espaço é João Pedro, que ganhou minutos recentes e vem sendo testado. Outros nomes seguem na briga, como Endrick, Richarlison, Igor Jesus, Igor Thiago e Rayan.
O ataque era considerado o setor mais definido até a lesão. Sem Estêvão, a disputa pelas últimas vagas volta a ficar aberta, especialmente entre jogadores com características de velocidade e profundidade.
Outro ponto que pesa na decisão é a situação de Neymar. Fora das últimas convocações, o atacante do Santos ainda depende de recuperação física para ser incluído na lista final.
A comissão técnica avalia desempenho recente, versatilidade e adaptação ao modelo de jogo. Os amistosos contra França e Croácia serviram como base para observações e testes antes da definição dos 26 convocados.
Na divisão por posições, o grupo tem nomes consolidados e disputas abertas em praticamente todos os setores. No gol, Alisson, Ederson e Bento aparecem garantidos, com Hugo Souza como alternativa.
Na zaga, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Éder Militão e Danilo formam a base, enquanto Bremer surge próximo da lista.
No meio-campo, Andrey Santos, Bruno Guimarães e Casemiro lideram, com Danilo em ascensão.
Já no ataque, além dos nomes consolidados, a disputa segue intensa pelas vagas restantes, agora ainda mais indefinidas diante da possível ausência de Estêvão.

