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Vereador Petrus Evelyn enfrenta questionamentos sobre uso de verba pública e discurso de moralidade

O discurso de moralidade adotado pelo vereador Petrus Evelyn passou a ser alvo de questionamentos após a divulgação de gastos de seu gabinete com serviços de “publicidade institucional”. De acordo com informações levantadas, o parlamentar destinou R$ 6.750 mensais para uma empresa cuja proprietária é Ravena, nutricionista e irmã de Arão, chefe de gabinete do vereador.

A empresa, aberta há menos de um ano, teria como único cliente o próprio gabinete de Petrus, acumulando uma sequência de notas fiscais pagas com recursos públicos. O caso levanta debates sobre possíveis conflitos de interesse e a destinação de verbas dentro da estrutura política.

Embora não haja, até o momento, indicação de ilegalidade formal, a situação tem gerado críticas no meio político e entre observadores, principalmente pelo contraste com o posicionamento público do vereador, que construiu sua imagem como defensor da ética e crítico de práticas consideradas incoerentes.

Especialistas apontam que, mesmo quando enquadradas na legalidade, decisões envolvendo recursos públicos exigem atenção redobrada quanto à transparência e à impessoalidade, princípios fundamentais da administração pública.

Diante da repercussão, cresce a pressão para que o vereador esclareça os critérios adotados na contratação do serviço e a relação entre os envolvidos. O episódio reforça o debate sobre coerência entre discurso e prática na atuação de agentes públicos.

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