Rivais do Irã alertam EUA contra ataque, mas Casa Branca vê bombardeio como possível
Rivais do Irã no Oriente Médio têm pressionado os Estados Unidos para evitar uma ação militar contra Teerã, segundo o jornal The Wall Street Journal. Países como Arábia Saudita, Omã e Catar vêm fazendo lobby nos bastidores da Casa Branca, argumentando que um ataque poderia desestabilizar o mercado global de petróleo e provocar instabilidade na região. (Wall Street Journal)
O presidente dos EUA, Donald Trump, tem dado sinais de que um bombardeio contra o Irã ainda é uma opção considerada pela administração. A Casa Branca avalia diversas alternativas, que vão desde ataques militares a ciberataques ou sanções econômicas, mas ainda não tomou uma decisão final sobre como proceder. (Wall Street Journal)
Os países do Golfo destacaram que uma ofensiva poderia interromper o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz — por onde passa uma grande parte da produção mundial — e prejudicar a economia global, inclusive a dos próprios Estados Unidos. Eles também afirmaram que não participarão de um eventual conflito nem autorizarão o uso de seu espaço aéreo para ataques contra o Irã. (Wall Street Journal)
No Irã, a situação interna continua tensa com protestos em andamento e uma forte repressão estatal. A possibilidade de uma ação militar externa eleva ainda mais as preocupações sobre segurança regional e as implicações que isso teria para os mercados internacionais. (Wall Street Journal)
Até o momento, não há confirmação de que um ataque será lançado, mas fontes ligadas à administração americana indicam que a opção militar ainda é vista como provável caso não se avance em soluções diplomáticas. (Wall Street Journal)

