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Relatório aponta risco de morte de Bolsonaro antes de internação na UTI

O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, foi transferido no dia 13 de março para o Hospital DF Star após um alerta médico indicando risco iminente de morte, segundo relatório do núcleo de custódia da Polícia Militar do Distrito Federal. A decisão foi tomada após avaliação da equipe de saúde da unidade onde ele estava custodiado, diante da gravidade do quadro clínico.

A escolta teve início às 6h52, logo após o diagnóstico apontar risco à vida. Bolsonaro, que apresentava sinais de complicações, foi encaminhado imediatamente à unidade hospitalar para receber atendimento especializado e intensivo.

No hospital, os médicos diagnosticaram pneumonia bacteriana bilateral, condição considerada grave e que exige cuidados contínuos. Diante do quadro, a internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foi indicada para monitoramento e estabilização.

De acordo com boletim médico divulgado na sexta-feira (20), houve evolução clínica e laboratorial positiva nas últimas 24 horas. Apesar da melhora, o ex-presidente permanece internado na UTI, sem previsão de alta. O tratamento inclui uso de antibióticos e sessões de fisioterapia motora e respiratória.

O relatório médico, assinado por especialistas, aponta que Bolsonaro segue sob monitoramento constante, com expectativa de recuperação, mas ainda exigindo cautela. Um dos médicos responsáveis afirmou que há possibilidade de saída da UTI nos próximos dias, caso a evolução continue positiva, embora a permanência na unidade intensiva ainda seja considerada a opção mais segura no momento.

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