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Presidente do TJ-PI reforça independência do Judiciário e nega influência de facções criminosas

O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), desembargador Aderson Nogueira, afirmou que o Judiciário estadual atua com total autonomia e não sofre qualquer tipo de interferência de organizações criminosas. A declaração foi feita nesta quarta-feira (7), ao comentar a atuação de facções no estado e possíveis reflexos no sistema de Justiça.

De forma enfática, o magistrado destacou que as decisões judiciais são tomadas com base na lei e na independência funcional dos juízes, sem espaço para pressões externas. “O Tribunal de Justiça não se submete a facção nem a nenhum outro tipo de influência. Juiz não se curva para ninguém. Não há compromisso com criminosos”, afirmou.

Aderson Nogueira também ressaltou que a principal missão do Judiciário é garantir a prestação jurisdicional com eficiência, respeitando o devido processo legal e assegurando o direito à ampla defesa. Segundo ele, a atual gestão tem priorizado a redução da morosidade processual por meio do aumento da produtividade.

“O nosso papel é julgar. Não podemos desrespeitar os ritos previstos em lei, mas temos avançado de forma significativa. Hoje, o volume de processos em tramitação já não é tão alto quanto em períodos anteriores”, explicou.

De acordo com o presidente do TJ-PI, apenas no último ano, o tribunal alcançou a marca de mais de 400 mil processos julgados. Para o desembargador, o resultado é consequência direta da modernização do Judiciário, com maior utilização de tecnologias e aprimoramento das rotinas internas de trabalho, o que tem contribuído para maior celeridade e eficiência na prestação dos serviços à população.

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