“Não se deve deixar a raposa cuidar do galinheiro”, afirma Lula ao defender ética na gestão pública
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a usar uma metáfora popular ao comentar temas ligados à política e à economia brasileira. Segundo ele, “não se deve deixar a raposa cuidar do galinheiro”, em referência à necessidade de manter vigilância e responsabilidade na condução de áreas estratégicas do governo e das instituições públicas.
A frase foi interpretada como um alerta contra conflitos de interesse e decisões que possam favorecer grupos específicos em detrimento do interesse coletivo. Lula defendeu que cargos e funções importantes precisam ser ocupados por pessoas comprometidas com o bem público, a transparência e o desenvolvimento do país, e não por quem possa se beneficiar pessoalmente do poder.
O presidente também destacou que a história recente do Brasil mostrou os riscos de uma gestão sem controle social e sem fiscalização adequada. Para ele, é papel do Estado criar regras claras, fortalecer os mecanismos de controle e garantir que as políticas públicas atendam principalmente à população mais pobre.
A metáfora da “raposa e do galinheiro”, bastante usada no discurso político, reforça a ideia de que quem tem interesses contrários ao bem comum não deve estar no comando de setores sensíveis. Com isso, Lula sinaliza a importância de ética, responsabilidade e compromisso social nas decisões do governo.

