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China realiza maior operação contra cristãos em décadas e prende líderes evangélicos

O governo chinês lançou uma ampla operação contra comunidades cristãs, resultando na detenção de ao menos 30 pastores e membros da Igreja Zion, segundo relatos de fontes próximas às autoridades religiosas. A ação, considerada a mais intensa contra cristãos no país nas últimas décadas, ocorreu de forma coordenada em várias províncias.

Alvo: líderes evangélicos

Entre os detidos estão pastores de destaque da Igreja Zion, uma das maiores congregações evangélicas da China. Autoridades locais afirmam que a operação visa investigar atividades religiosas consideradas ilegais, enquanto defensores dos direitos humanos apontam que se trata de repressão religiosa e tentativa de controle sobre a liberdade de culto.

Impacto sobre a comunidade cristã

A detenção dos líderes e membros da igreja gerou temor entre os fiéis, que relatam dificuldades para realizar cultos e atividades comunitárias. Grupos de monitoramento internacional alertam que a repressão a igrejas independentes e não registradas pelo Estado tem aumentado nos últimos anos, refletindo uma política mais rígida do governo chinês sobre práticas religiosas.

Reações internacionais

Organizações internacionais de direitos humanos e líderes religiosos expressaram preocupação com a escalada da repressão, destacando que a liberdade de religião é protegida por tratados internacionais dos quais a China é signatária. Até o momento, o governo chinês não comentou publicamente sobre a operação.

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