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Nikolas Ferreira se manifesta sobre prisão do primo: “Quem comete crime tem que pagar”

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) quebrou o silêncio neste domingo (1º) sobre a prisão do primo Glaycon Raniere de Oliveira, detido pela Polícia Federal em Uberlândia (MG) com 30 quilos de maconha no porta-malas do carro.

Em entrevista à coluna, Nikolas adotou postura firme e reafirmou que “qualquer pessoa que cometa crime tem que pagar”. O parlamentar, que foi o mais votado do Brasil nas eleições para a Câmara em 2022, declarou ainda que “quem é preso com drogas merece cadeia”.

Nikolas criticou a tentativa de adversários de vinculá-lo ao caso nas redes sociais, classificando a ação como uma “tentativa frustrada” de desgastar sua imagem. “Para mim, não é uma situação que mereça que eu perca meu tempo, até porque não é algo que me envolva. Se qualquer pessoa, seja relacionada a mim de alguma forma ou não, cometer crime, ela tem que pagar por isso”, afirmou.

O deputado comentou ainda a coincidência da repercussão do caso em seu aniversário de 29 anos, comemorado no dia 30 de maio. “Fizeram questão de noticiar no meu aniversário”, disse.

Nikolas também criticou opositores que defendem a descriminalização das drogas, apontando contradições: “Agora, é no mínimo curioso que pessoas de uma ideologia que defende a descriminalização das drogas, de repente, estejam preocupadas com isso. Quem é preso com drogas merece cadeia, assim como os rachadores e outros corruptos que, inclusive, estão soltos por aí.”

Nikolas Ferreira e os planos para o Senado

Com histórico de ser o deputado federal mais votado da história de Minas Gerais, Nikolas Ferreira tem sido apontado como um dos nomes da direita para futuras disputas presidenciais. No entanto, só poderá concorrer à Presidência em 2034, quando atingirá a idade mínima.

Enquanto isso, o parlamentar atua para reduzir a idade mínima para candidaturas ao Senado, cargo que tem entre suas atribuições julgar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Recentemente, Nikolas protocolou um pedido de impeachment contra o ministro Flávio Dino.

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