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Teresina tem 12 pontos de lentidão no trânsito e horários de pico se concentram no início da manhã, ao meio-dia e no fim da tarde

Trechos de algumas das principais avenidas de Teresina registram congestionamentos diários, sobretudo nos horários de maior circulação. Os pontos mais críticos se concentram em corredores como as avenidas Miguel Rosa, João XXIII, Presidente Kennedy, Frei Serafim, Maranhão, Duque de Caxias e Henry Wall de Carvalho, entre outros, onde o fluxo de veículos costuma ficar mais lento em dias úteis.

Entre os trechos mais afetados estão os cruzamentos da Av. Miguel Rosa com a Av. São Raimundo, da Av. Maranhão com a Rua Senador Teodoro Pacheco e com a Rua Coelho Rodrigues, além da Av. Henry Wall de Carvalho com a Rua Dr. Luís Pires. Também entram na lista a Av. Duque de Caxias com a Av. Petrônio Portela, a Av. Frei Serafim com a Av. Miguel Rosa, a Av. Presidente Kennedy com a Rua Médico Odail M. Santana, a Av. Miguel Rosa com a Rua Desembargador Pires de Castro, a Av. Frei Serafim com a Rua Coelho de Resende, a Av. Presidente Kennedy com a Rua João A. Leitão, a Av. Presidente Kennedy com a Av. Vilmary e a Av. José dos Santos e Silva com a Av. Miguel Rosa.

Os períodos mais movimentados costumam ocorrer por volta das 7h, 12h e 18h, quando há maior circulação de motoristas em deslocamentos para o trabalho, escolas, universidades e órgãos públicos. Em áreas próximas a escolas, como o cruzamento entre as avenidas Presidente Kennedy e Vilmary, o tráfego também tende a ficar mais intenso e lento.

A Avenida Presidente Kennedy está entre os principais corredores de retenção, com lentidão registrada da rotatória da Pedra Mole até as proximidades da Avenida Jóquei Clube. Outro trecho que merece atenção é a Avenida João XXIII, especialmente entre o bairro São Cristóvão e a Ponte Juscelino Kubitschek, onde o volume de veículos costuma crescer nos horários de pico.

A Avenida Frei Serafim também concentra grande quantidade de carros, principalmente no trecho entre a Avenida Miguel Rosa e a Igreja São Benedito. Nesse caso, a lentidão acaba impactando vias próximas, como as avenidas Miguel Rosa e Maranhão, além das ruas Coelho de Resende e Desembargador Pires de Castro.

Na Zona Sul, a retenção é frequente na Avenida Miguel Rosa, sobretudo para quem sai do viaduto da via. Já na Zona Norte, os pontos mais críticos ficam na Avenida Duque de Caxias, entre as avenidas União e Petrônio Portela, e na Ponte da Primavera, considerada um dos principais corredores de ligação da capital. A Avenida Maranhão também apresenta tráfego intenso, especialmente entre a Ponte Metálica e a Avenida Joaquim Ribeiro, por concentrar parte do fluxo que chega de Timon, no Maranhão.

Os trechos de maior movimento também costumam registrar mais acidentes. Segundo especialistas em trânsito, fatores como pressa, troca brusca de faixa, desatenção e desrespeito à legislação contribuem para as colisões, principalmente nos horários de maior circulação.

A recomendação para os motoristas é planejar os deslocamentos com antecedência, sair de casa com tempo suficiente, respeitar a sinalização e os limites de velocidade, evitar o uso do celular ao volante e manter distância segura entre os veículos. A orientação também é buscar rotas alternativas sempre que possível, embora o aumento da demanda acabe afetando boa parte da malha viária da cidade nos horários de pico.

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