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Advogada afirma que não há câmeras em área onde servidora foi estuprada na Delegacia Geral do Piauí

A advogada da servidora pública de 64 anos, vítima de estupro dentro da Delegacia Geral do Piauí, afirmou nesta segunda-feira (23) que o local onde ocorreu o crime não possui câmeras de segurança. O caso aconteceu em Teresina e gerou forte repercussão.

De acordo com a defensora, a informação foi repassada de maneira informal após conversa com o delegado-geral. Segundo ela, a ausência de monitoramento se deve ao fato de o prédio ser recente e ainda estar em fase de ajustes administrativos.

“Já conversei com o delegado-geral informalmente e o que foi repassado é que, pelo fato de o prédio ser novo, a licitação ainda está em trâmite e que, por esse motivo, ainda não existem câmeras dentro das salas”, afirmou a advogada.

A declaração levanta questionamentos sobre as condições de segurança dentro de uma das principais estruturas da polícia civil no estado, especialmente em áreas internas onde não há vigilância eletrônica.

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